Esfriou, e agora?

Atualizado: há 2 dias


Basta chover e cair a temperatura um pouco, que os casacos viram protagonistas nas ruas da cidade. Crianças ficam com seus narizes escorrendo, e dentre os bebês que frequentam creches e berçários, começa a onda de pequenos que ficam doentes ao mesmo tempo.


Para os pais de crianças pequenas, em especial, surge o medo das doenças respiratórias, que tanto incomodam os bebês e atordoam a rotina. Entretanto, há pediatras que desmistificam esse temor do frio.


Daniel Becker, por exemplo, fez um vídeo para o canal Criar e Crescer, no You Tube, falando sobre o tema. Leia o texto até o final para entender melhor o que especialistas pensam sobre o assunto.


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Nessa entrevista, o médico esclarece que o frio e a temperatura seca apenas facilitam a transmissão de vírus, bactérias e a entrada deles no organismo, daí há uma maior predisposição a adoecer.


E isso se dá principalmente pelos locais ficarem fechados e sem ventilação adequada quando o tempo esfria. Ou seja, a recomendação para evitar adoecer por agravos respiratórios seria, segundo ele, exatamente o que não é feito: agasalhar as crianças e buscar ambientes abertos e arejados, onde haveria o benefício da luz solar, produção de vitamina D, do acesso ao ar puro e atividade física, assim como evitar a transmissão de doenças por aglomeração em espaços fechados.


Os pediatras são unânimes nas recomendações para prevenção destes incômodos: beber bastante água, para evitar o ressecamento e desidratação que podem ocorrer no frio; preferir ambientes arejados e sem aglomerações; lavar bem as mãos; e, claro, vacinação em dia, especialmente nos casos das vacinas contra gripe.


E para as crianças que já estão gripadas, a pediatra Adriana Ferreira, do Hospital Israelita Albert Einstein, recomenda que se observe o estado geral da criança, para decidir como proceder o tratamento. “Se a criança apresenta tosse e coriza, sem febre, e está ativa, brincando e sem cansaço para respirar, basta seguir as orientações para resfriado comum. Crianças febris menores dedois anos ou portadoras de doenças crônicas, com os sintomas acima descritos, necessitam de avaliação médica. Agora, se a criança, de qualquer idade, estiver prostrada, sem energia, com cansaço para respirar, ela precisa de atendimento no pronto socorro”, disse Adriana, para o portal Lunetas.


A limpeza nasal adequada também é uma prática que auxilia a prevenir e tratar infecções virais, pois restabelece as funções fisiológicas do nariz, no seu papel fundamental de “filtro” de impurezas. Para realizar a higiene, a orientação dos médicos é para usar o soro fisiológico líquido (cloreto de sódio a 0,9% ),aspirado com uma seringa de 10 ml. Para reduzir o incômodo do procedimento, sugere-se que este soro esteja na temperatura ambiente, e não gelado. Esse soro deve ser instilado, de preferência com pressão, em uma das narinas do bebê, tomando-se o cuidado de colocá-lo em posição sentada ou em pé, e firmar sua cabecinha levemente inclinada para frente.  O soro atravessará de uma narina para outra, levando consigo as sujidades que estavam acumuladas no canal do nariz.  Depois é só cuspir ou assoar o nariz. O procedimento pode ser feito três ou quatro vezes ao dia.


Caso a criança adoecida frequente creches ou escolas, ela deve ficar afastada durante o período febril, repousando e se hidratando bem. Esta medida também ajuda a diminuir o ciclo de transmissão no ambiente escolar, e ajuda a otimizar a recuperação do pequeno.


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